As duas “armas nucleares” que todo o cristão deve possuir, se, de facto, quer se tornar imune à bruxaria e ataques demoníacos (II)

KISSANGUELA – um espaço de partilha de conhecimento, verdades, instruções e ensinamentos divinos para uma vida condigna, próspera e abençoada KISSANGUELA Um projecto em prol de Angola, dos angolanos e rebanho de Cristo no mundo. Início Sobre nós Socialpolitik Segurança Nacional Religião Universidade Celestial Contacto Projectos sociais Projecto Estratégico para a Melhoria Integral da Qualidade de Vida dos Angolanos (Acções organizacionais) Plano Emergencial de Infraestruturas, Urbanismo, Habitação e Reassentamento (PEIUHAR) Plano Estratégico para a Diversificação Efectiva da Economia, Promoção de Emprego e Empoderamento Económico e Social dos Angolanos (PEDEEPEEESA) Plano Estratégico para a Integração e Dignificação Social e Laboral dos Ex-Militares (PEIDSLEM) Plano Estratégico de Segurança Pública Urbana e Rural (PESPUR) Plano Estratégico de Saúde Pública (PESP) Plano de Assistência Social Integral a Pessoas Vulneráveis (PASIPEV) X As duas “armas nucleares” que todo o cristão deve possuir, se, de facto, quer se tornar imune à bruxaria e ataques demoníacos (II) Continuação do artigo anterior. …///… Você, meu querido irmão ou irmã em Cristo, consegue perceber o ponto nevrálgico ou chave do Salmo 91?!… Ou o quão bem-aventurado você é por ter este conhecimento divino?!…  “Nenhum mal te sucederá, nem praga alguma chegará à tua tenda” só é verdade na vida daqueles que genuína e encarecidamente, isto é, de forma verdadeira, profunda e fervorosamente amam a Deus. E é este tipo de amor que te torna imune, assim como a sua família, a todo o tipo de mal. O amor (primeiro este) e a fé são, assim, as duas armas mais temidas por satanás e suas hostes do mal (demónios e bruxos). Não a recitação do Salmo 91 em momentos de angústia ou aflição. E é aqui que 99% das igrejas, pastores e pseudos cristãos fracassam. Fracassam na sua missão e no propósito de libertarem os cativos de satanás e curarem os enfermos porque lhes falta uma das premissas mais importantes para Deus: o amor. Outros fracassam porque lhes falta ambos: o amor e a fé. Quando os espíritos malignos perguntam à pessoa que reivindica autoridade sobre uma enfermidade espiritual ou feitiço, ou que queira expulsá-lo da vida de alguém, quem ela é, na verdade o que eles pretendem dizer é que esta pessoa é uma fraude, porque os verdadeiros cristãos, aqueles que verdadeiramente nasceram do Espírito de Deus, têm, necessariamente, se é que de facto se tornaram criaturas feitas à imagem e semelhança de Deus, que carregar a centelha do amor sobrenatural em seus corações, pois o amor é o principal fruto do Espírito Santo e dos atributos e carácter de Deus. Sem a chama do amor genuíno acesa no seu coração, você será incapaz de amar incondicionalmente outrem ou perdoar os seus inimigos. Você pode eventualmente até “amar” alguém que conheças, até ao dia em que ele te trair, ofender ou fizer algum mal.  Como dizem as escrituras sagradas, “O amor nunca falha; mas havendo profecias, serão aniquiladas; havendo línguas, cessarão; havendo conhecimento, desaparecerá”. O amor é eterno, porque Deus é amor. Quem tem amor, tem verdadeiramente Deus em sua vida. E quem tem verdadeiramente Deus em sua vida, tem de certeza absoluta o Espírito Santo. E quem tem o Espírito Santo tem fé… fé sobrenatural. Ora, quem tem amor e fé, tem as duas armas mais temidas por satanás, por elas serem invencíveis. É da pessoa cujo amor a Deus e ao seu próximo é genuíno e incondicional (ademais cheia de fé inabalável nas promessas do seu Senhor) que Satanás e a sua horda (espíritos imundos, bruxos e seguidores) mais temem. Não do Salmo 91!… Não da gritaria em reuniões de “libertação”!… Não do “demónio sai, sai, sai”!… Mas do amor e fé sobrenaturais. O feitiço lançado contra ti ou contra alguém, debaixo da sua autoridade ou tenda, não prosperará nos seus desígnios, se encontrar a chama do amor e bondade em seu (teu) coração. Quem tem amor e fé sobrenaturais, não apenas a fé, mas a fé e o amor sobrenaturais, pois eles derivam do mesmo Espírito, torna-se inalcançável pela seta que voe de dia, peste que ande na escuridão ou mortandade que assole ao meio-dia. Ou seja, ela e a sua tenda (família) tornam-se imunes ao Mal. Artigo anterior Por favor, deixe o seu comentário consciencioso!…Não faça comentários ou emita opinião de índole partidária, rácica, divisionista e/ou discriminatória. Faça o seu comentário ou emita a sua opinião com o intuito de emprestar o seu saber ou pensamento em prol de Angola e dos angolanos, ou para dar testemunho do amor, graça e bondade de Deus. 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As duas armas nucleares que todo o cristão deve possuir, se, de facto, quer se tornar imune à bruxaria e ataques demoníacos (I)

KISSANGUELA – um espaço de partilha de conhecimento, verdades, instruções e ensinamentos divinos para uma vida condigna, próspera e abençoada KISSANGUELA Um projecto em prol de Angola, dos angolanos e rebanho de Cristo no mundo. Início Sobre nós Socialpolitik Segurança Nacional Religião Universidade Celestial Contacto Projectos sociais Projecto Estratégico para a Melhoria Integral da Qualidade de Vida dos Angolanos (Acções organizacionais) Plano Emergencial de Infraestruturas, Urbanismo, Habitação e Reassentamento (PEIUHAR) Plano Estratégico para a Diversificação Efectiva da Economia, Promoção de Emprego e Empoderamento Económico e Social dos Angolanos (PEDEEPEEESA) Plano Estratégico para a Integração e Dignificação Social e Laboral dos Ex-Militares (PEIDSLEM) Plano Estratégico de Segurança Pública Urbana e Rural (PESPUR) Plano Estratégico de Saúde Pública (PESP) Plano de Assistência Social Integral a Pessoas Vulneráveis (PASIPEV) X As duas armas nucleares que todo o cristão deve possuir, se, de facto, quer se tornar imune à bruxaria e ataques demoníacos (I) Muita gente que lera Mateus 17:14-21 apenas tem prestado atenção à resposta de Jesus quando questionado pelos seus discípulos do porquê de não terem eles conseguido curar o menino lunático, mas não prestam atenção nas primeiras palavras proferidas por Jesus quando abordado pelo pai do menino lunático: “Ó geração incrédula e perversa! Até quando estarei eu convosco, e até quando vos sofrerei? A quem Jesus estava a se referir quando fez menção à incredulidade e perversidade? À criança lunática? Não!… Ao pai da criança possuída por um espírito de enfermidade? Não!… Não, porque mesmo que supostamente o pai da criança lunática fosse uma pessoa descrente, o que não é o caso, pois se assim fosse ele não levaria o seu filho aos discípulos de Jesus, a descrença ou perversidade dele não seria a causa da possessão do filho, pois como dizem as escrituras sagradas (Ezequiel 18:20), “Aquele que pecar é que morrerá. O filho não levará a culpa do pai, nem o pai levará a culpa do filho. A justiça do justo lhe será creditada, e a impiedade do ímpio lhe será cobrada”. Então, a quem Jesus estava (além, obviamente, da turba de galileus não convertidos, descrentes e perversos que se amontoavam curiosos à sua volta para vê-lo a realizar milagres) a chamar de geração incrédula e perversa?!… Àqueles que tinham falhado na sua missão de expulsar demónios e curar enfermos, em seu nome, ou seja… os seus discípulos. De facto, a incredulidade (falta de fé) e a perversidade (tendência para o mal), reinantes nos corações da grande maioria das pessoas, fora a principal razão por trás do insucesso dos discípulos, assim como do meu ou teu insucesso, quando os demónios e enfermidades de génese espiritual se recusam a obedecer-nos, mesmo eu ou você reivindicando a autoridade e poder que há no nome de Jesus. É pelas mesmíssimas razões (falta de fé genuína, não fé retórica, e perversidade) que a grande maioria das igrejas e pastores (referimo-nos principalmente às igrejas e pastores pentecostais e neopentecostais) fracassam no seu propósito de cura e expulsão de espíritos malignos dos corpos ou vidas das pessoas atormentadas por enfermidades e malefícios espirituais. Calma, já já vamos falar das duas armas poderosíssimas que as Trevas (satanás, demónios e bruxos) assazmente temem. Mas, antes, convidamos-te, irmão ou irmã em Cristo, a ler o Salmo 91. O Salmos 91 é, a par do Salmos 23, o mais conhecido e recitado pelo mundo afora por ser considerado um Salmos de protecção poderosíssimo, capaz de afastar o mal e proteger as pessoas e sua tenda (casa, família, etc) da acção maligna. O Salmo 91 é, deveras, o Salmo mais lido pelos cristãos, acreditando erroneamente que ele tem poder sobre os demónios, bruxos, feitiços, encantamentos, etc. Mas, lamento desiludir-vos, não tem!…  A recitação do Salmo 91 não te dá nenhuma protecção contra demónios, feitiço, etc. Algumas igrejas e pastores propagaram esta mentira, mas, hoje, você precisa conhecer a verdade, por ser ela quem te libertará das fábulas, mitos, inverdades e manipulação. Como dizíamos, o Salmo 91 não tem nenhum poder sobre demónios, feitiço, maldições, conjuras, etc. E não somos nós quem o diz. É a própria Bíblia. Tem dúvidas?!… Leia novamente o Salmo 91, mas desta vez de forma ainda mais atenta e pausada. Que verdade “oculta” você conseguiu descortinar?!… Nenhuma?!… Não faz mal, vamos te ajudar. Geralmente as pessoas se respaldam nas sentenças dos versículos 1 a 13 do referido Salmo, e é por isso que a verdade mais importante e relevante de todas lhes passa ao largo, isto é, despercebida. Primeiramente vamos nos ater no que diz o Salmo 91, nos seus versículos 1 a 13, estamos a citar: “Aquele que habita no esconderijo do Altíssimo, à sombra do Onipotente descansará. Direi do Senhor: Ele é o meu Deus, o meu refúgio, a minha fortaleza, e nele confiarei. Porque ele te livrará do laço do passarinheiro e da peste perniciosa. Ele te cobrirá com as suas penas, e debaixo das suas asas estarás seguro; a sua verdade é escudo e broquel. Não temerás espanto nocturno, nem seta que voe de dia, nem peste que ande na escuridão, nem mortandade que assole ao meio-dia. Mil cairão ao teu lado, e dez mil, à tua direita, mas tu não serás atingido. Somente com os teus olhos olharás e verás a recompensa dos ímpios. Porque tu, ó Senhor, és o meu refúgio! O Altíssimo é a tua habitação. Nenhum mal te sucederá, nem praga alguma chegará à tua tenda. Porque aos seus anjos dará ordem a teu respeito, para te guardarem em todos os teus caminhos. Eles te sustentarão nas suas mãos, para que não tropeces com o teu pé em pedra. Pisarás o leão e a áspide; calcarás aos pés o filho do leão e a serpente”, fim de citação. Passagens lindas e reconfortantes, não é?!… Pois é, mas… nada que está aí escrito te protege de facto contra as Trevas (satanás, demónios, bruxos, etc) e seus malefícios (possessão, feitiço, maldições, conjuras, etc). A verdade que (passe o pleonasmo) verdadeiramente te protegerá, a ti e sua tenda, isto é, família, é a que vem expressa nos

Legitimidade espiritual da pessoa que reivindica autoridade sobre uma enfermidade, feitiço ou espírito maligno

KISSANGUELA – um espaço de partilha de conhecimento, verdades, instruções e ensinamentos divinos para uma vida condigna, próspera e abençoada KISSANGUELA Um projecto em prol de Angola, dos angolanos e rebanho de Cristo no mundo. Início Sobre nós Socialpolitik Segurança Nacional Religião Universidade Celestial Contacto Projectos sociais Projecto Estratégico para a Melhoria Integral da Qualidade de Vida dos Angolanos (Acções organizacionais) Plano Emergencial de Infraestruturas, Urbanismo, Habitação e Reassentamento (PEIUHAR) Plano Estratégico para a Diversificação Efectiva da Economia, Promoção de Emprego e Empoderamento Económico e Social dos Angolanos (PEDEEPEEESA) Plano Estratégico para a Integração e Dignificação Social e Laboral dos Ex-Militares (PEIDSLEM) Plano Estratégico de Segurança Pública Urbana e Rural (PESPUR) Plano Estratégico de Saúde Pública (PESP) Plano de Assistência Social Integral a Pessoas Vulneráveis (PASIPEV) X Legitimidade espiritual da pessoa que reivindica autoridade sobre uma enfermidade, feitiço ou espírito maligno Comecemos com uma pergunta básica: o que é legitimidade espiritual? Você sabe?!… Se não sabe, aqui tem uma explicação bastante simples. A legitimidade espiritual nada mais é que a capacidade que uma pessoa, verdadeiramente convertida e renascida[1] em Cristo Jesus, passa a ter de expulsar espíritos imundos e curar enfermidades em nome de Jesus. Em outras palavras, é a autoridade (direito conferido por Deus) e o poder (capacidade de agir) com que o crente verdadeiramente convertido (não apenas o pastor) passa a estar revestido, para, em nome de Jesus, pisar sobre cobras e escorpiões (a expressão “cobras e escorpiões” é apenas uma metáfora para representar, simbolicamente, as forças espirituais do mal), e sobre todo o poder do inimigo (bruxaria, conjuras, maldições, encantamentos, etc), sem que disso resulte quaisquer danos para a sua pessoa.   A legitimidade espiritual da pessoa que reivindica autoridade sobre uma enfermidade, feitiço ou demónio é a primeira coisa que os espíritos malignos requerem ou procuram quando são intimados (ordenados com autoridade espiritual) a se retirarem da vida de uma pessoa.   Fora por esta razão que o espírito maligno retratado em Atos dos Apóstolos 19:13-16 perguntara aos filhos de Ceva quem eles eram, ou seja, com que autoridade eles o mandavam abandonar a habitação (pessoa) em que residia. A mesma pergunta é-te feita (ainda que de forma inaudível) pelos demónios sempre que fazes uso da expressão “em nome de Jesus, eu te ordeno…” para expulsares um espírito maligno ou determinares a cura de uma pessoa enferma. A autenticidade da tua qualidade de verdadeiro cristão, isto é, de pessoa revestida de genuína autoridade espiritual para expulsar demónios e curar enfermos, te será requerida pelo espírito maligno que estiver por trás da enfermidade ou de outra condição espiritual qualquer que esteja a acometer a pessoa que pretendes curar ou libertar. E é aqui onde reside a razão do insucesso cada vez mais generalizado que se assiste no ministério de libertação de muitas igrejas e pastores pentecostais e neopentecostais. 99,99% das vezes, os requisitos necessários para se expelir espíritos malignos ou enfermidades da vida das pessoas não estão presentes na vida da pessoa que os intima a sair da habitação (pessoa) em que residem. Muita gente pensa que basta dizer “Em nome de Jesus, feitiço… sai!!!”, “Em nome de Jesus, doença… sai!!!” ou “Em nome de Jesus, demónio… sai!!!” para o feitiço, a doença ou os demónios simplesmente debandarem. Ledo engano!… Este equívoco tem frustrado, matado a fé e arrastado muita gente à descrença e apostasia. Como contei no meu testemunho (testemunho que retomaremos no dia de hoje), o nome de Jesus tem autoridade e poder absoluto sobre as enfermidades e demónios, mas há outros requisitos que deverão ser satisfeitos para que a frase “em nome de Jesus, eu te ordeno…” funcione. Sem esses requisitos (falaremos deles já a seguir), os demónios não te vão obedecer, ainda que você seja um pastor, bispo, obreiro ou um frequentador assíduo das reuniões ou correntes de libertação, ou… diga a um demónio ou enfermidade para ele sair de ti ou da vida de alguém, porque… você o está a ordenar “em nome de Jesus”. Não é assim que as coisas funcionam!… O nome de Jesus é infalível contra toda a espécie de demónios e enfermidades de génese espiritual e não só (eu, que vos falo, só testemunha disso), mas você tem, necessariamente, de ser um cristão autêntico. Um cristão que não somente ore e jejue, mas que se apresente no campo de batalha espiritual munido das duas únicas armas que satanás e as hostes espirituais do mal realmente temem. Estas duas armas altamente devastadoras de que falaremos no próximo artigo, constituem a chave de activação de todo o poder de coerção e subjugação de espíritos malignos que subjaz no nome santo de Jesus, o Cristo. Vemos (falaremos disso em outros artigos) muita gente a ocorrerem às reuniões ou correntes de libertação (que na verdade não passam de sessões de exorcismo), algumas delas há mais de vinte ou trinta anos, sem saberem que toda a vez que você participa de tais reuniões você está implicitamente assumindo a sua condição de pessoa não liberta pelo Nosso Senhor Jesus Cristo. Você supostamente sai destas reuniões ou correntes de libertação convicto de que você e sua família estão libertos, mas depois, na outra sexta-feira, lá está você de novo, a participar de uma reunião ou corrente de libertação. Porquê?!… Porque no seu subconsciente você acredita que pode haver um mal (feitiço, mau olhado, etc) que precisa ser expulso do seu corpo ou vida, ou da vida dos seus entes queridos… todas as sextas feiras. E isso é uma confissão da sua condição de pessoa não liberta da influência satânica. Quem tem em sua posse estas duas “armas de destruição massiva” (Jesus nos deixará este segredo, mas nós é que fomos incapazes de alcançar o seu significado e importância na luta espiritual), torna-se imune (assim como a sua família) a todo o tipo de malefícios espirituais, ou seja, torna-se uma pessoa intocável pelos demónios, e inalcançável pelo feitiço, mau-olhado, maldições, conjuras, encantamentos, etc. No próximo artigo falaremos das duas armas mais poderosas e temidas por

“Em nome de Jesus, satanás, eu te ordeno…” – O equívoco que tem matado a fé e arrastado muita gente à descrença e apostasia

KISSANGUELA – um espaço de partilha de conhecimento, verdades, instruções e ensinamentos divinos para uma vida condigna, próspera e abençoada KISSANGUELA Um projecto em prol de Angola, dos angolanos e rebanho de Cristo no mundo. Início Sobre nós Socialpolitik Segurança Nacional Religião Universidade Celestial Contacto Projectos sociais Projecto Estratégico para a Melhoria Integral da Qualidade de Vida dos Angolanos (Acções organizacionais) Plano Emergencial de Infraestruturas, Urbanismo, Habitação e Reassentamento (PEIUHAR) Plano Estratégico para a Diversificação Efectiva da Economia, Promoção de Emprego e Empoderamento Económico e Social dos Angolanos (PEDEEPEEESA) Plano Estratégico para a Integração e Dignificação Social e Laboral dos Ex-Militares (PEIDSLEM) Plano Estratégico de Segurança Pública Urbana e Rural (PESPUR) Plano Estratégico de Saúde Pública (PESP) Plano de Assistência Social Integral a Pessoas Vulneráveis (PASIPEV) X “Em nome de Jesus, satanás, eu te ordeno…” – O equívoco que tem matado a fé e arrastado muita gente à descrença e apostasia Há uma questão que poucos têm a coragem de aflorar (talvez com medo de serem considerados de endemoninhados) e muito menos de debater em público, mas que em surdina ressoa nos seus âmagos: o porquê de muitas das vezes não se conseguir curar um enfermo ou expulsar um demónio, mesmo fazendo uso da fé e da autoridade e poder que Jesus nos concedeu para, em seu nome, expulsarmos demónios e curarmos os enfermos. Se o nome de Jesus tem, como a Bíblia diz, a autoridade e poder para expulsar demónios e curar enfermos, então, por que, às vezes, os espíritos malignos, enfermidades e trabalhos de bruxaria não obedecem ao comando dos servos de Deus, ou crente, para saírem das vidas de suas vítimas?!… Esta, na verdade, é uma pergunta que para muita gente continua sem resposta. Quantas vezes você, servo de Deus ou crente, invocou, aflito, o “nome de Jesus” na tentativa de salvar alguém ou um ente querido enfermo possuído por um espírito maligno ou vítima de um trabalho de bruxaria, mas, a conhecida frase “em nome de Jesus…” simplesmente não funcionou, acabando a pessoa por morrer, abrindo uma ferida difícil de sarar e semeando a dúvida e uma mágoa latente contra Deus no seu coração, ainda que o mesmo ou a mesma não admita tal facto, ou lute com todas as suas forças para reprimir o sentimento que em razão deste evento trágico tomara conta do seu âmago, alma e espírito. Orar por alguém enfermo (mormente criança de tenra idade) que horas ou dias depois acaba por morrer, é a experiência mais dolorosa, desagradável, frustrante e traumatizante que alguém, principalmente um pastor, pode ter. Eu já passei por esta dura experiência, e vi, na Igreja Universal do Reino de Deus, muitos outros pastores passarem por ela também. Quantas vezes, no silêncio da noite, o homem de Deus em lágrimas não questionou o SENHOR do porquê daquele trágico desfecho?!… “Senhor, meu Deus, onde errei”?! Por que me humilhaste?!, pergunta incrédulo, triste e abatido o homem de Deus ao seu Senhor, chegando muitas das vezes por duvidar do seu chamado. É nesta hora que o diabo (caluniador) se insinua na vida do servo de Deus ou crente, aproveitando-se da sua vulnerabilidade, e envenena a sua mente com mensagens subliminares: “Percebes agora o quão mau e injusto é o Deus que serves?!…  Se Ele é Todo-Poderoso e Justo por que deixou o teu ente querido morrer?!… E o racional humano responde, ainda que em silêncio, que sim, que realmente Deus não fora justo consigo, e que, se calhar, Ele nem existe, que tudo não passa de um estúpido mito… de uma invencionice.   Ver entes queridos não serem libertos de uma enfermidade física ou mental, ou morrerem prematuramente apesar do nosso esforço inglório para salvá-los, não é, de certeza absoluta, uma experiência agradável. O pastor, obreiro ou crente cuja invocação do nome de Jesus não funcionou em momentos de vida ou morte, acabando por perder a batalha contra o Mal, dificilmente será a mesma pessoa no que a sua crença e fé no nome de Jesus diz respeito, a não ser que opte por ignorar o sucedido ou imputar a culpa à vítima (à pessoa falecida) ou, sendo esta uma criança, aos seus progenitores. Não é sempre assim?!… Apesar de ser uma realidade muito presente nas igrejas actuais, mormente neopentecostais, onde os cultos de libertação e cura constituem a tónica dominante do seu ministério “evangelístico”, a “resistência” de demónios e enfermidades de génese espiritual ao nome de Jesus não é uma realidade apenas dos dias actuais. Há no Livro de Mateus, capítulo 17, versículos 14-21, o registo da cura (libertação) falhada de uma criança lunática pelos discípulos. Diz a Bíblia que num certo dia um homem aproximou-se de Jesus, e pondo-se de joelhos diante dele, disse “Senhor, tem misericórdia de meu filho, que é lunático[1] e sofre muito; pois muitas vezes cai no fogo, e muitas vezes na água; E trouxe-o aos teus discípulos; e não puderam curá-lo”. Jesus, respondendo, disse: “Ó geração incrédula e perversa! Até quando estarei eu convosco, e até quando vos sofrerei? Trazei-mo aqui. E, repreendeu Jesus o demónio, que saiu dele, e desde aquela hora o menino sarou. Então, aproximando-se os discípulos de Jesus, em particular, disseram: Por que não pudemos nós expulsá-lo? E Jesus lhes disse: Por causa de vossa incredulidade; porque em verdade vos digo que, se tiverdes fé como um grão de mostarda, direis a este monte: passa daqui para acolá, e há de passar; e nada vos será impossível. Mas esta casta [de demónios] não se expulsa senão por oração e jejum”. Meses depois da ressurreição e ascensão de Jesus, um evento similar ocorreu com os sete filhos de Ceva, um sumo sacerdote judeu. Diz a Bíblia (Livro de Atos dos Apóstolos, capítulo 19, versículos 13-16) que houvera um certo dia que alguns dos exorcistas judeus ambulantes tentaram imitar os discípulos, invocando o nome do Senhor Jesus sobre os que tinham espíritos malignos, dizendo: “Esconjuro-vos por Jesus a quem Paulo prega” (os que faziam isto eram os sete filhos de