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A Bíblia Sagrada – Uma espada de duplo corte em suas mãos (II)

Como vínhamos dizendo, a Bíblia contém a Palavra de Deus, mas ela não pode ser vista como o “Livro de Deus”, pois ao fazê-lo, você, sem saber, estará endossando a tese propalada por muitos ateus e satanistas, por este mundo afora, de que “o Deus da Bíblia é um Deus sanguinário, cruel e desprovido do senso de justiça”, o que não corresponde a verdade.

E é exactamente isso que, de forma deturpada, o capítulo 7 do Livro de Josué nos mostra (leia-o e você entenderá o que estamos aqui a dizer).

De facto, o Livro de Josué, no seu capítulo 7, contém um dos registos mais deturpados, perturbadores e perigosos de todo o Antigo Testamento, não só pelos danos reputacionais causados ao santo nome do Senhor (para quem não sabe, reputação é a opinião pública, colectiva ou senso comum que se tem acerca do bom nome, dignidade ou credibilidade de alguém), mas também por se ter constituído, ao longo dos séculos, num dos principais veículos de promoção do ateísmo no mundo.

Ou seja, é nele (capítulo 7 do Livro de Josué) que se respaldam os ateus e todos aqueles que duvidam do amor e justiça de Deus.

É por esta e outras razões que você tem necessariamente (para o seu próprio bem) entender esta verdade irrebatível: que a Bíblia Sagrada não é no seu todo o Livro ou Palavra de Deus.

Por não ser (entre aspas) um livro no estrito sentido do termo, mas um conjunto de livros e escritos com várias autorias e proveniência (muitos deles com autores fictícios, já que com a excepção de um ou outro escrito com a autoria declarada, ninguém sabe com absoluta certeza quem foram os seus autores, daí ter-se convencionado a autoria de alguns destes escritos), ela, a Bíblia[1] Sagrada, não está imune, ou seja, isenta, a deturpações, equívocos, contradições e até mesmo inverdades acerca de Deus.

A par da cegueira espiritual imposta por satanás aos incrédulos, pois como diz a Bíblia, “o deus deste século cegou os entendimentos dos incrédulos, para que não lhes resplandeça a luz do evangelho da glória de Cristo”, 2 Coríntios 4:4, estes e outros equívocos, inverdades e deturpações presentes na Bíblia Sagrada contribuíram grandemente para o elevado número de ateus que existe actualmente no mundo, e que acreditam, piamente, que estão certos na sua posição negativista em relação à existência de Deus, ou em relação ao seu amor, bondade e justiça.

Não sendo a Bíblia Sagrada um livro estritamente divino (o capítulo 7 do Livro de Josué e outras passagens presentes em alguns outros livros do Antigo Testamento provam isso), a sua leitura deve ser feita com discernimento, um dom espiritual que todos aqueles que verdadeiramente têm o Espírito Santo habitando neles, possuem.

Já mesmo para concluir…

Há livros considerados apócrifos, por supostamente não terem sido inspirados por Deus (muitos destes livros integram a Bíblia Sagrada católica), que são, na verdade, livros de grande riqueza espiritual e bastante inspiradores.

Você devia lê-los e tirar as suas próprias ilações, já que a decisão acerca dos livros que deviam ou não integrar a Bíblia Sagrada fora do homem, muitos deles hereges e pecadores, não de Deus (leia sobre o Concílio de Roma, ocorrido em 382, e Concílio de Trento, ocorrido em 1546).

Quando você entender pelo seu racional espiritual que a Bíblia não é o “livro de Deus”, ou seja, um livro cujo conteúdo se pode na íntegra considerar como provindo de Deus, você terá dado um passo gigantesco e importantíssimo no sentido da sua libertação espiritual, pois como Ele (o SENHOR) mesmo diz, “conhecereis a verdade e a verdade vos libertará”.

Portanto, sempre que te debruçares sobre a Bíblia para lê-la, tenta lembrar-te e reflectir na mensagem subjacente neste famoso provérbio: “À mulher de César não basta ser honesta, tem que parecer honesta”.

Ou seja, para um escrito (capítulo ou versículo) ser considerado “Palavra de Deus”, não basta ele estar contido na Bíblia Sagrada. Ele tem, necessariamente, que ter a chancela, ou seja, marca ou selo, de Deus.

E a única forma de você conseguir identificar a presença ou ausência desta chancela divina que, diga-se de passagem, é “invisível” a olhos nus, é através do Espírito Santo.  

A propósito, você sabia mesmo o que é a Bíblia?!… Você sabia que para além da Bíblia Sagrada que conhecemos há outras bíblias, inclusive uma declaradamente satânica?!…

Se você não sabia, muito provavelmente você é mais uma das muitas pessoas neste mundo cuja crença e “fé” não tem sustentação, por estarem fundamentados em ensinamentos falseados e/ou erróneos sobre Deus.

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[1] O termo “bíblia” provém do grego e significa “livros”, ou seja, uma colecção ou conjunto de livros.

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